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Feijões
Por : hugo | 8 Agosto 2013 | Categoria : Dicas

Variedades de feijão
Antes de apresentar as diversas variedades de feijão é importante saber que muitas delas podem ser consumidas verdes, ou seja, antes do grão secar, conhecido como feijão verde ou feijão em vagem. Vale ressaltar que o feijão verde tem um valor nutricional totalmente diferente do grão seco, aliás, nem são classificados na mesma categoria. Na forma verde ele tem características semelhantes à de legumes. Na forma seca, aí sim o feijão é classificado como uma leguminosa.

Variedades de feijão é que não faltam; são mais de 100, mas nem todas disponíveis no mercado para comercialização. Conheça a seguir as mais comuns: feijão-preto, feijão azuki, feijão mung, feijão manteiga e feijão fradinho.

Feijão mung (Phaseolus aureus)
Esta variedade de feijão é originário da Índia e largamente cultivado em vários outros países, sendo conhecidas mais de 200 espécies desta variedade. O seu é uso é tradicional na culinária de alguns locais da Ásia e, de modo particular na Índia. Já em países do ocidente está variedade de feijão tem sido usada como broto de feijão e muito bem aceita e também é um ingrediente fundamental no tradicional prato de culinária chinesa, o chop suey. Na Ásia ele também é normalmente servido como purê ou transformado em farinha, que serve de matéria-prima para a fabricação de macarrão.
A espécie mais comum de feijão mung tem coloração pardo-amarelada, mas existem também o amarelo-ouro, o marrom, o verde-oliva e várias tonalidades de marrom.

Feijão manteiga (Phaseolus lunatus)
O feijão manteiga também conhecido como feijão lima é nativo da América do sul. E a denominação lima é devido à localização de sua origem, no Peru. Os primeiros indícios desta variedade datam de 7000 anos atrás e na época da descoberta da América ele já era cultivado no Caribe, na América central e do sul. Foram os espanhóis que levaram o feijão manteiga para a Europa e, atualmente, é conhecido um grande número de espécies desta variedade de feijão, principalmente no continente europeu.

O formato do feijão manteiga é normalmente oblongo e de cor creme, mas varia muito de acordo com a espécie podendo inclusive ser verde, branco, vermelho, marrom ou até um pouco enegrecida.

Existe uma espécie caribenha de feijão manteiga que contém elevado nível de um composto tóxico denominado de glicosídeo cianogenético, mas que é neutralizado em parte quando o feijão é deixado de molho em água e pela cocção. Já uma espécie desta mesma variedade cultivada nos Estado Unidos tem quantidade desprezível deste mesmo composto tóxico.

O do feijão manteiga tem um aroma delicado e um sabor mais suave, e por isso mesmo é usado em saladas ou combinado com legumes. Quando misturado com outros ingredientes, absorve rapidamente o sabor e o aroma. Esmagado ou em forma de purê e misturado com cebolas fritas e molho, o feijão manteiga transforma-se num delicioso prato vegetariano.

Feijão preto (Phaseolus Mungo)
O feijão (Phaseolus Mungo) é originário da Ásia. É muito popular na Índia, Burma e Paquistão, pois cresce muito bem em climas tropicais, inclusive o Brasil. Em algumas partes do sudeste o feijão-preto é a variedade mais consumida

Sem dúvida alguma o feijão-preto está ligado a três preparações culinárias características. São eles:
1. Feijoada: prato típico do Rio de Janeiro, mas que hoje esta disseminada em todo país e já ganha fama internacional.
2. Roupa velha: preparação da cozinha capixaba.
3. Feijão-de-leite: comum na culinária baiana.

Na Ásia, o feijão-preto ele é um ingrediente essencial na produção do molho preto, muito comum na região e, ainda, é transformado em farinha, usada na confecção de bolos, pães e sobremesas. E na Índia o feijão-preto é misturado com o arroz para preparar um tipo de pão, conhecido como dhosai.

Feijão azuki (Phaseolus angularis)
O feijão azuki (Phaseolus angularis) uma variedade de feijão muito empregada na culinária oriental, base da preparação yokan, um doce japonês muito comum. Outra forma usada pelos japoneses é cozê-lo com arroz e depois usar como recheio de doces.

Os grãos do feijão azuki são miúdos, de cor marrom-avermelhada, de aroma delicado e o sabor levemente adocicado.

Assim como o feijão preto a variedade azuki é originária da Ásia, bem provavelmente no Japão ou na China, onde ele é apreciado por muitos séculos, só perdendo para a soja (outra leguminosa). Na China, inclusive, o feijão azuki é servido para desejar boa sorte. Ele é uma das variedades que pode ser consumida verde, usada em saladas e em pratos cozidos combinado com legumes.

A disseminação do feijão azuki para os outros locais do mundo acompanhou o sucesso da alimentação macrobiótica, que dá grande importante nesta variedade de feijão, incluindo aí efeitos depurativos do organismo.

Feijão fradinho
O feijão fradinho não pertencente à mesma família do phaseolus como as outras variedades do feijão. Trata-se de um grão originário do norte da África, que se espalhou para outros locais do mundo. Há 3000 anos ele foi encontrado na Índia e, mais tarde, entrou na Grécia e na Itália.
Os portugueses e espanhóis conheceram o feijão fradinho com os escravos africanos e foi com estes que chegou ao Brasil. Este grão era denominado pelos africanos como feijão de olho negro, pois o seu grão branco tem um hilo preto que lembra o formato de um olho. Com o cozimento, este hilo se solta do grão juntamente com a casca. As preparações com este feijão sempre são deixadas de molho e depois as cascas e os hilos são retirados. No Brasil, os exemplos típicos são o acarajé e o abaré.
Existem mais de 7.000 espécies de feijão fradinho, que vão desde grãos pequenos até os grandes, e com diversas cores: branco, vermelho, verde, creme e marrom.
O aroma e sabor do feijão fradinho são acentuados, e por isso mesmo, nas suas preparações, ele é o ingrediente principal.

Outras variedades
Variedades de feijão é que não faltam e muito menos as variedades, que são milhares em todo o mundo. No Brasil as mais conhecidas são: mulatinho, roxinho e rosinha, todos feijões miúdos que recebem o nome de acordo com a cor dos grãos. O feijão-carioca, grão pequeno, de cor creme e com estrias marrons. O feijão-jalo, grão graúdo e de cor bege. O feijão branco, com grãos brancos.

Características nutricionais do feijão
O feijão é um alimento do grupo das leguminosas, parente do grão-de-bico, lentilha, ervilha, soja e amendoim. Ele é um dos alimentos presente na mesa do brasileiro mais rico em nutrientes. Inclusive é atribuído ao feijão a responsabilidade pelo bom estado nutricional de uma pessoa. É comum no Brasil dizer 'tem de comer feijão para ficar forte'. Realmente o seu valor nutricional é mostrado pelos cientistas especializados em alimentação, como um alimento que não pode faltar no dia-a-dia. Além disso, de tempo em tempo, mais benefícios têm sido atribuído ao feijão, como por exemplo, fonte de fibra solúvel e de carboidratos parcialmente digeridos.

Carboidratos
Os feijões são fontes de carboidratos complexos, que depois de digeridos e metabolizados fornecem energia ao longo do dia. Diferentemente dos carboidratos simples, a combinação entre carboidratos complexos e fibras solúveis encontradas no feijão proporcionam uma redução na velocidade na elevação do açúcar no sangue.

Fibras solúveis
O feijão é o alimento mais rico em fibra solúvel, que ajuda a evitar a formação de um rápido pico de glicemia, que é indesejável principalmente aos diabéticos. Além disso, as fibras presentes no feijão ajudam o seu sistema digestivo a trabalhar corretamente prevenindo o aparecimento de doenças gastrointestinais, inclusive o câncer.
Aliando-se os benefícios do feijão com os do azeite de oliva temos grandes vantagens, tais como: controle da pressão arterial, redução do LDL (colesterol ruim), aumento do HDL (colesterol bom), proteção do estômago de substâncias danosas, melhora na digestão e absorção de gorduras e vitaminas tais como A, D, E e K.

Vitaminas
Como foi dito anteriormente, o feijão é rico em vitaminas do complexo B, principalmente em folato. Pesquisas recentes têm mostrado que esta deve ser utilizada durante a gestação para reduzir defeitos de nascimento, além de reduzir também o risco de doenças vasculares e morte por doenças coronárias

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